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HIPERSENSIBILIDADE ALIMENTAR E O USO DE SUPLEMENTOS

Tem sido cada dia mais frequente as incidências de alergias alimentares, são elas ao trigo ou glúten, proteína do leite de vaca, ovos, doença celíaca que desencadeiam sintomas como dermatite atópica ou dermatite de contato, reações a bijuterias e metais, rinite alérgica e problemas gastrointestinais como constipação ou diarréia a distensão abdominal por excesso de produção de gases intestinais.
De acordo com a classificação de Gell e Coombs existem 4 tipos de de hispersensibilidade alimentar, sendo a do tipo III chamada imunocomplexo mediada mais relacionada como alergia tardia que desencadeia os sintomas que acabamos de falar.
Normalmente esses sintomas ou reação clinica aparecem 2 dias (72 horas) pós o consumo do alimento.
O diagnóstico das alergias tardias não aparece no exame de sangue convencional por anticorpos IgE, pois os mediadores por outros como IgG, IgA e IgM envolvidos diretamente no dano dos tecidos, por isso é muito comum os sintomas no intestino por gerar inflamação.

Como diagnosticar então?:

Existem dois exames de IgG que normalmente são usados no Brasil, um deles chamado Food Detective é feito em algumas clinicas para detectar as alergias tardias, é um exame simples de sangue, basta um furinho no dedo, e você pode identificar se se reage ou não a 37 alimentos.
Fortalecer o sistema imunológico através do intestino pode melhorar esses sintomas e prevenir desenvolvimento de alergias.
A mucosa intestinal é também uma barreira imunológica importante para manter o sistema imuno e diminuir as reações alérgicas, por isso você começar usando probióticos, que são microoorganismo vivos como lactobaccillus e bifidum bactérias que devem estar na mucosa do intestino, também o uso de L-Glutamina que é um aminoácido não essencial, oue seja que o organismo não produz, porém tem uma ação reparadora na mucosa, pois este aminoácido serve como principal fonte energética para as células da mucosa e certas células imunes, timócitos, linfócitos e macrófagos.
Se os sintomas persistirem procure um profissional e uma clinica que disponha do exame para um diagnóstico, pois a exclusão do consumo do alimento promove recuperação do sistema imune com a suplementação e orientações adequadas sendo possível fazer a reintrodução do alimentos após imunoterapia nutricional.

Lígia Prietsch Nutricionista CRN10/6154
Mestranda em Nutrição Clinica UFSC
Atuação em Nutrição clinica, funcional e comportamental
Atendimentos em São José – SC
Clinica Fernanda Machado
Av Marechal Castelo Branco, 65, sala 105 – Campina (Edifício Kennedy Towers)
Contato (48) 98453-8466

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