É “saudável” eu impor o que é “não saudável”?
1012-08052015104407

É “saudável” eu impor o que é “não saudável”?

Atualmente os temas nutrição e alimentação estão em pauta de forma onipresente, as informações estão mais acessíveis e a ciência está em constante evolução.
No entanto, persiste uma visão restrita e dicotômica do “saudável” e “não saudável”, dos alimentos “bons e ruins”, e o prazer em comer é muitas vezes associado à culpa.

Porém este contexto não promove a mudança de comportamento e não torna as pessoas mais saudáveis, pelo contrário, os índices de doenças crônicas, transtornos alimentares e obesidade não param de aumentar.
Portanto, os profissionais nutricionistas devem incentivar O COMO e PORQUE se come são tão ou mais importantes do que simplesmente O QUE se come.
Uma orientação nutricional fundamentada em estratégias de aconselhamento nutricional, e modelos e teorias que trabalham a mudança comportamental possibilitam a mudança real e consistente do comportamento alimentar.

Entender o individuo como ÚNICO, que tem metabolismo diferente, genética, rotina, estresse… não poderá receber o mesmo tratamento dietoterápico, de suplementação e orientações.

Por exemplo:
A abordagem de um tratamento de compulsão alimentar em um individuo que não apresenta nenhuma doença crônica, é diferente do individuo que tem gordura no fígado – onde uma quantidade maior de açúcar será crucial para a piora do quadro clinico ou complicações.

Devemos cuidar com as influencias digitais – elas podem corroborar ou atrapalhar a suas saúde, portanto a orientação do profissional habilitado é essencial para a segurança com a sua saúde e seu corpo.

Assim como em um treino – onde o personal monta uma planilha especialmente para você – para chegar ao resultado esperado, a alimentação deve ser planejada.

Atenciosamente

Ad