“Radicais Livres e Antioxidantes”
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RADICAIS LIVRES E ANTIOXIDANTES

A prática de exercício físico embora seja associada a muitos benefícios, quando é realizada em excesso, elevada intensidade e em ambientes com poluição e outros fatores, exercem influência na ocorrência do estresse oxidativo, devido ao aumento do consumo de oxigênio mitocondrial pelo exercício físico, levando a um aumento na produção de radicais livres (ERO’s), provocando fadiga muscular, dificuldade de recuperação, diminuir do desempenho físico e envelhecimento precoce.

Esses são os gatilhos para o aumento dos radicais livres:

*Dietas com alto índice glicêmico;
*Dieta rica em ácidos graxos saturados e trans;
*Deficiência no consumo de ômega 3 e antioxidantes;
*Poluentes ambientais;
*Alergias alimentares;
*Estresse;
*Exercício físico intenso e excessivo.
Uma vez que esses gatilhos são acionados desencadearão inúmeras consequências deletérios para o nosso organismo como a ativação do NFk-B (fator nuclear k-B) ativação desse gene pode expor organismo a um estado de inflamação crônica.

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Nosso primeiro sistema de defesa antioxidante é realizado por enzimas e depende de: selênio, cobre, manganês, zinco, vitamina E, vitamina B2, vitamina C, betacaroteno, licopeno, ácido lipoico, polifenóis, taurina, NAC.
Assim, a deficiência no consumo desses nutrientes provocará consequências funcionais que comprometem o equilíbrio oxidativo.
Por isso, a alimentação do atleta deve ser enriquecida com alimentos diversificados e equilibrados fontes de antioxidantes naturais para oferecer uma estratégia segura e melhorar o desempenho e manter um status fisiológico dos atletas.
O consumo de liguinanas presentes na semente de linhaça, de betaglicanas presente nos cogumelos Shiitake e na aveia, de antocianinas presentes no açaí, licopeno presente no tomate, melancia e goiaba, as quatequinas presentes no chá verde, a quercetina presente na cebola, maçã e chá preto e os compostos fenólicos presentes na maçã e frutas vermelhas (mirtilo, amora, cranberry, uva roxa e vermelha) inibem a ativação no NFk-B.

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Deve-se garantir o consumo diário em todas as refeições (a cada 3-4 horas) de compostos antioxidantes, para garantir efetivamente a modulação de reações bioquímicas envolvidas.
Contudo, o uso de suplementos antioxidantes ainda não possuem 100% de comprovação que ajudam na diminuição do estresse oxidativo e recuperação da função muscular após o dano do muscular induzido pela prática da atividade física.

Fonte da matéria: https://www.instagram.com/nutrigiovannaagostini/?hl=pt-br